Igreja de São José assinala São Padre Pio

Cartaz

A Igreja de São José, no Funchal, assinala na quarta-feira, dia 23 de setembro, a memória litúrgica de São Pio de Pietrelcina, sacerdote capuchinho conhecido em todo o mundo como Padre Pio.

O programa tem início às 18h30, com a recitação do terço, seguindo-se, às 19 horas, a celebração da Eucaristia. Pelas 19h30 haverá um momento de reflexão e partilha e, às 20 horas, está prevista uma confraternização.

O dia 23 de setembro, data da morte do religioso, foi estabelecido como a sua memória litúrgica por São João Paulo II aquando da beatificação do Padre Pio, celebrada a 2 de maio de 1999, na Praça de São Pedro. Três anos depois, a 16 de junho de 2002, o mesmo Papa presidiu à sua canonização. 

São Pio nasceu a 25 de maio de 1887, em Pietrelcina, na Arquidiocese de Benevento, em Itália, e recebeu no batismo o nome de Francesco Forgione. Filho de Grazio Forgione e Maria Giuseppa De Nunzio, cresceu numa família profundamente cristã e, ainda jovem, decidiu seguir a vida religiosa entre os Frades Menores Capuchinhos. 

Entrou no noviciado em 1903, adotando o nome de Frei Pio, e foi ordenado sacerdote em 1910. A partir de 1916 ficou ligado a San Giovanni Rotondo, onde desenvolveu grande parte do seu ministério e onde milhares de pessoas passaram a procurá-lo, sobretudo para a confissão, direção espiritual e oração. A sua vida ficou particularmente marcada pela centralidade da Eucaristia, pelo sacramento da Reconciliação e pela identificação espiritual com a Paixão de Cristo. 

A atenção aos que sofriam levou também São Pio a promover a “Casa Sollievo della Sofferenza”, um hospital destinado ao cuidado dos doentes, inaugurado em San Giovanni Rotondo em 1956. Paralelamente, incentivou os grupos de oração, que se difundiram por vários países e continuam ligados à sua espiritualidade. 

São Pio de Pietrelcina morreu na madrugada de 23 de setembro de 1968, aos 81 anos. A devoção ao santo capuchinho espalhou-se entretanto por todo o mundo, permanecendo particularmente associada à oração, à celebração da Eucaristia, à Reconciliação e à proximidade aos que vivem situações de sofrimento