O bispo do Funchal, D. Nuno Brás, convidou os fiéis da Diocese a acompanharem em oração a ordenação episcopal de José Dionísio Gómez Gouveia, que terá lugar no dia 15 de agosto, em Caracas, na Venezuela.
Através de uma mensagem, D. Nuno recorda que a missão confiada ao sacerdote luso-descendente acontece num contexto particularmente exigente para aquele país, marcado pelas consequências dos recentes sismos e por uma situação social já de si muito difícil.
“No dia 15 de agosto, vai ser ordenado em Caracas um novo bispo auxiliar da diocese, o luso-descendente José Dionísio Gómez Gouveia. Neste momento de particular tribulação para aquele povo, rezamos e acompanhamos este madeirense nesta sua nova missão, e pedimos que seja sinal de esperança para o seu povo”, afirma o bispo do Funchal.
José Dionísio Gómez Gouveia foi nomeado Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Caracas pelo Papa Leão XIV. Natural de La Guaira, na Venezuela, nasceu a 4 de junho de 1966 e é filho de pais oriundos do Santo da Serra, na Madeira, mantendo, por isso, uma forte ligação às suas raízes madeirenses.
Foi ordenado sacerdote a 24 de novembro de 2001 e, ao longo do seu ministério, desempenhou diversas funções pastorais, tendo sido pároco em várias comunidades, capelão da prisão de La Planta, em Caracas, e formador no seminário. Atualmente, exerce as funções de reitor do Seminário de Santa Rosa de Lima, da Arquidiocese de Caracas.
José Dionísio Gómez Gouveia foi nomeado Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Caracas pelo Papa Leão XIV no dia 18 de março de 2026, recebendo a sé titular de Fuerteventura.
Na sua mensagem, D. Nuno Brás associa a Diocese do Funchal à alegria da ordenação episcopal de José Dionísio Gómez Gouveia, ao mesmo tempo que manifesta proximidade para com o povo venezuelano, que continua a enfrentar um período de grande sofrimento.
O prelado pede, por isso, que os fiéis unam as suas orações pelo novo bispo auxiliar de Caracas, para que o seu ministério seja vivido com coragem e esperança ao serviço da Igreja e do povo venezuelano, sendo, como desejou o bispo do Funchal, “sinal de esperança para o seu povo”.





















