O bispo do Funchal diz que os sacerdotes da Diocese do Funchal não são “os melhores”, mas são “aqueles que o Senhor escolheu”. D. Nuno Brás falava durante a celebração do Dia do Clero, realizada na sexta-feira, 12 de junho, na Paróquia de São Martinho.
A celebração do Dia do Clero coincidiu com a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, momento tradicionalmente dedicado à oração pela santificação dos sacerdotes, e aconteceu também no dia em que a Diocese do Funchal assinalou 512 anos de história.
D. Nuno Brás apresentou a realidade concreta da Igreja diocesana, recordando que a Diocese é constituída por 96 paróquias e 49 párocos, contando com 63 sacerdotes do clero diocesano e 21 sacerdotes do clero religioso, “dos quais vários em idade muito avançada”.
“Estamos ao serviço dos 255 mil habitantes das duas ilhas e dos 50 mil turistas que nos visitam, em média semanal, ao longo de todo o ano”, afirmou
Perante esta realidade, o bispo considerou que a missão confiada aos sacerdotes “parece hercúlea”, tendo em conta as responsabilidades pastorais existentes.
Aos sacerdotes presentes, D. Nuno Brás deixou também uma reflexão sobre a diversidade dentro da Igreja e do próprio presbitério. “Queridos padres, à imagem da Diocese que servimos, somos também nós um magnífico mosaico, feito de diversidade, seja naquilo que aparece ao mundo, seja naquilo que vivemos interiormente”, disse.
A celebração terminou com um convite à comunhão e à fraternidade entre todo o presbitério diocesano.



















