Funeral do P. António Jardim dos Santos celebrado com gratidão e fé

Foto: Dehonianos

A família dehoniana, familiares e amigos despediram-se na segunda-feira, 4 de maio, do Padre António Jardim dos Santos, sacerdote da Congregação dos Sacerdotes do Coração de Jesus.

Segundo um texto publicado nas redes sociais dos Dehonianos, da autoria do P. Domingos Pestana, scj, a celebração constituiu “uma última homenagem” ao sacerdote madeirense, recordando uma vida “inteiramente entregue ao Coração de Jesus”.

O funeral contou com a presença de numerosos sacerdotes dehonianos e de membros do clero diocesano, que se uniram à família e aos amigos do P. António Santos na celebração do mistério pascal. A participação expressiva dos confrades evidenciou a ligação do sacerdote à Província Portuguesa dos Dehonianos e o espírito de fraternidade que marcou o seu percurso religioso.

A família do P. António Santos esteve também presente de forma significativa, testemunhando, segundo a mesma publicação, “o carinho e as raízes madeirenses” que o sacerdote preservou ao longo dos seus 91 anos de vida e 61 de sacerdócio.

A gratidão foi a nota dominante da celebração, quer na homilia quer nos momentos finais. Foi recordado o dom da vocação do P. António Jardim dos Santos, bem como o seu trabalho na formação, na pastoral paroquial e a presença afável nas comunidades por onde passou, particularmente nos últimos anos no Funchal.

O sacerdote faleceu no dia 1 de maio, depois de lhe ter sido administrado o Sacramento da Santa Unção. Era membro da Congregação dos Sacerdotes do Coração de Jesus desde 1958, ano em que emitiu a primeira profissão religiosa, tendo sido ordenado presbítero em 1961. Desde 2017 residia na comunidade do Colégio Missionário Sagrado Coração, no Funchal.

Na mensagem de despedida, a comunidade do Colégio Missionário Sagrado Coração agradeceu a todos os que se associaram a este momento “de dor e esperança”, através da presença, das mensagens de condolências e das orações.

“Descansa agora na paz do Senhor, servo bom e fiel”, escreveu o P. Domingos Pestana, scj, no texto publicado pelos Dehonianos.