D. Virgílio Antunes, bispo de Coimbra, foi eleito presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) para o triénio 2026-2029, sucedendo a D. José Ornelas, durante a 214.ª Assembleia Plenária, em Fátima. Na mesma sessão, os bispos elegeram D. José Cordeiro, arcebispo de Braga, como vice-presidente.
Nas primeiras declarações após a eleição, D. Virgílio Antunes assumiu esta escolha como continuidade de um serviço já prestado à Igreja, afirmando: “É uma missão, é um cargo que se assume dentro da Igreja, dando continuidade àquilo que é a nossa vida de serviço à Igreja, em muitos e diferentes lugares, em muitas e diferentes circunstâncias, mas é sempre o mesmo espírito”. O novo presidente indicou ainda como prioridades a evangelização, a proteção de menores e o combate aos abusos sexuais, sublinhando que “na Igreja não há dossiês fechados, nem que se possam fechar, e alguns deles têm a premência da continuidade, do aprofundamento”.
Da mesma assembleia saiu também a nomeação de D. Nuno Brás, bispo do Funchal, para presidente da Comissão Episcopal da Cultura e Bens Culturais no triénio 2026-2029.
Além desta nova responsabilidade, D. Nuno Brás mantém-se como delegado junto da Comissão dos Episcopados Católicos da União Europeia.






















