O novo presidente da Comissão Episcopal das Comunicações Sociais, D. Alexandre Palma, considera que a Igreja deve “procurar ser uma qualificadora do debate público” e “da comunicação em sociedade”.
“Há formas de comunicação na qual a Igreja não pode estar e não quer estar, portanto, de alguma maneira a Igreja deve procurar ser uma qualificadora do debate público e da comunicação em sociedade”, disse, hoje, D. Alexandre Palma, no final da Assembleia Plenária da Conferência Episcopal Portuguesa, à Agência ECCLESIA.
O presidente eleito da Comissão Episcopal das Comunicações Sociais realça também que a comunicação da Igreja tem “uma missão muito evangélica”.
“Dar voz àqueles” a que a comunicação social de “grande escala, não dá voz, aos pobres, aos idosos e aos imigrantes”, afirmou D. Alexandre Palma que é também bispo auxiliar de Lisboa.
“A qualidade da voz social da Igreja também se deve notar por essa diferença”, acrescenta.
Em relação ao ambiente digital e tecnológico que se vive atualmente, a Igreja tem “enormes desafios” e “enormes potencialidades novas que se abrem”
“Não estamos iludidos com os riscos, mas também estamos esperançosos quanto à novidade que nos traz”, completa o novo presidente da Comissão Episcopal das Comunicações Sociais.
De 13 a 16 de abril de 2026 decorreu, em Fátima, a 214.ª Assembleia Plenária da Conferência Episcopal Portuguesaque elegeu um novo presidente deste organismo e também os presidentes das comissões episcopais.
PR/LFS




















