Deus criou-nos com três objectivos:
1. Mostrar como Ele é bom. Nós, seres humanos, partilhamos este objectivo com o resto da criação, mas apenas nós o podemos proclamar por meio da palavra e do pensamento, bem como da nossa criatividade e desenvolvimento. Damos, assim, voz à criação inteira. Somos os seus porta-voz.
2. Preparar-nos para o encontro com Ele no final da nossa vida. Encontrar-se com Deus não deve ser fácil: encontrar-se com o Amor absoluto, nós que somos egoístas; encontrar-se com a Luz total, nós que gostamos da sombra ou mesmo da escuridão; encontrar-se com a Verdade, nós a quem a mentira dá, por vezes, tanto jeito… Precisamos, por isso, de ir adquirindo, ao longo da nossa vida, estas feições divinas, de forma a que, quando chegarmos à sua presença, a Verdade, a Luz, o Amor não nos destruam. Em Jesus, o próprio Deus veio até nós, em existência como a nossa, para nos ensinar, para caminhar connosco, para mostrar que a Vida pode vencer a morte para sempre.
3. Encontrar-nos com Deus. Ao longo da nossa vida, naqueles momentos em que O percebemos ao nosso lado, presente; e, finalmente, naquele momento supremo, quando terminada a nossa existência nesta terra, formos confrontados com Ele, a meta do nosso existir, o seu momento glorioso. E não será apenas uma breve saudação, fugaz. Será o encontro com Aquele que nos criou; com Aquele que nos conhece; com Aquele que nos ama e nos quer dar a participar da Sua vida. Chamamos-lhe “Céu”.
Tudo o resto, na nossa existência, na história individual ou colectiva, ou contribui para o crescimento e concretização destes três objectivos, ou é tempo perdido.




















