Porto da Cruz: Padre Fábio Ferreira assinala três anos de serviço pastoral

D.R.

O pároco do Porto da Cruz, padre Fábio Ferreira, dirigiu hoje, dia 22 de janeiro, uma mensagem à comunidade paroquial, assinalando três anos de serviço pastoral.

Na mensagem, o sacerdote recorda o início do seu ministério no Porto da Cruz, afirmando que chegou “com o coração cheio de expectativa e de alegria”, explicando que desde o primeiro momento se apresentou “como um amigo, disposto a treinar o ouvido, a escutar antes de decidir e a aprender antes de orientar”. Três anos depois, reconhece que este tempo foi, para si, “uma verdadeira escola de vida e de fé”.

Ao longo do texto, o padre Fábio sublinha a forma como entende o exercício do ministério sacerdotal, afirmando que chegou consciente de que não vinha para ser “um ‘funcionário do sagrado’, mas um pastor, chamado a caminhar convosco, a conhecer as vossas alegrias e preocupações, a partilhar as vossas tradições e a celebrar sempre a fé que nos une”. Da experiência destes anos, destaca uma convicção fundamental: “uma paróquia constrói-se na proximidade, na escuta e na confiança mútua”.

O sacerdote reconhece também as dificuldades e fragilidades vividas ao longo do caminho, afirmando que procurou, “com as minhas limitações e fragilidades, ser imagem do Bom Pastor”, daquele que “conhece as suas ovelhas” e que “dá a vida por elas”. Admitindo que “nem sempre foi fácil” e que nem sempre soube “dizer as palavras certas ou tomar as melhores decisões”, garante, contudo, que nunca deixou de “tentar colocar cada passo diante do Senhor”.

De modo especial, o padre Fábio confia novamente a sua vida sacerdotal e a paróquia à proteção de Maria, afirmando: “Foi com Ela que comecei este caminho e que desejo continuar”. Com Maria, diz ter aprendido “a guardar, a escutar e a confiar”, pedindo que continue a proteger a comunidade e que o ajude a ser “um pastor segundo o coração do seu Filho”.

A mensagem inclui ainda um agradecimento expresso a todos os que servem a paróquia, “a cada pessoa que se entrega silenciosamente e discretamente, a quem carrega a ‘carga’ comigo, a quem serve nas confrarias, nos grupos, na catequese”, reforçando a convicção de que “a paróquia não é só o padre, mas todo o povo de Deus que caminha unido, colocando os seus dons ao serviço do Evangelho”.

A concluir, o sacerdote pede à comunidade que continue a rezar por si: “Rezar para que nunca perca o entusiasmo da minha vocação e para que o cansaço não endureça o meu coração”, recordando que “é por Jesus Cristo que estamos aqui e que tudo o que fazemos só tem sentido se nos conduzir a Ele”.