Nós, seres humanos, temos muitas capacidades. Temos uma capacidade de pensamento única; um capacidade de execução acima de todos os seres vivos; uma capacidade de melhorar o que se encontra à nossa volta de modo a adaptar-se àquilo que precisamos, que não encontramos em nenhum outro ser à face da terra. Poderíamos pensar que, com tantas capacidades, nos conseguimos salvar a nós mesmos; que é ridículo esperar que alguém resolva o nosso grande problema: viver em paz e para sempre, na amizade e harmonia entre todos.
De facto, somos capazes de resolver tantos problemas menores — difíceis, mas menores. Até somos capazes de conquistar seja o espaço sideral seja o microcosmo. De os conhecer por todos os lados, o que contêm e as suas possibilidades. Mas o facto é que não somos capazes de resolver o problema humano.
Precisamos de um Deus que nos salve. Os acontecimentos recentes, e as possibilidades aterradoras que se abrem diante de nós para um futuro não muito longínquo, gritam por um Deus que nos salve. Um Deus que esteja acima de presidentes, de regimes, de interesses internacionais. Um Deus (não um homem, por muito poderoso que seja) que ponha ordem em toda esta desordem internacional e nas pequenas outras desordens, nacionais ou locais.
Precisamos de um Deus que nos faça ser humanos, bons, cordiais uns com os outros, capazes de respeitar e de amar o próximo, capazes de unir esforços para construir um mundo melhor. Precisamos de um Deus que conheça o que significa ser humano, os dramas de cada um e de todos — do nascer ao morrer. Precisamos de um Salvador. E esse tem um nome: Jesus de Nazaré!






















