O congresso internacional que celebrou os 100 anos da chegada das Irmãs da Apresentação de Maria à Madeira foi descrito pela superiora geral, irmã Maria dos Anjos Alves, como um sinal da vitalidade da congregação. “Estou convencida que ao regressar cada uma [irmã] ao seu próprio país, que vai levar uma certa energia positiva, que viveu aqui, que sentiu o pensar daqui, que a congregação está viva”,
A irmã Maria dos Anjos reconheceu que, embora haja algum cansaço entre as irmãs, permanece um “vigor” e uma “esperança” que poderão inspirar novas iniciativas. Considerando escrever uma circular à congregação após o congresso, ela sublinhou a importância de estar atenta aos contextos políticos e religiosos atuais, à semelhança das fundadoras, que souberam adaptar-se com coragem e prudência. Destacou ainda a necessidade dos educadores se adaptarem às realidades contemporâneas, como “a Madre Trindade, que chegou aqui à Madeira, também era uma mulher muito empreendedora, mas ela soube estar atenta às necessidades do meio”.
Já a irmã Conceição Malho, presidente da Comissão Organizadora e diretora do Externato da Apresentação de Maria, apontou que o congresso, com cerca de 400 participantes de 23 países, já abriu novos caminhos nos três eixos centrais da congregação: evangelização, educação e solidariedade. Relativamente ao papel da tecnologia nas escolas, defendeu que esta deve ser um instrumento complementar, sem substituir a relação humana, pois “a pessoa tem de estar sempre em primeiro lugar”.





















