Foi com uma Missa campal no Largo da Palmeiras, que se encerraram oficialmente na sexta-feira, dia 06 de junho, as atividades do Jubileu que durante dois dias decorreram na Ilha Dourada.
A celebração jubilar foi presidida por D. Nuno Brás que, na sua reflexão, deu ênfase ao amor que Deus tem por nós. Uma realidade que também deve ser central na nossa vida, pois é o amor que nos faz ser capazes de nos esquecermos de nós para dar atenção ao outro.
“Toda a nossa vida é esta peregrinação para aprendermos o que significa amar”, disse a propósito o prelado, que deu o exemplo de Pedro a quem Jesus perguntou se este o amava ou não com todo o seu ser. Pedro, que três vezes havia negado Jesus, ainda assim recebeu de Deus a possibilidade de se converter como nós.
Tal como a Pedro, “o Senhor dá-nos todas as possibilidades para nos convertermos e para crescermos no amor”, vincou D. Nuno Brás perante a assembleia que o escutava, lembrando que “todos nós, a começar pelo bispo, precisamos de crescer no amor e precisamos de aprender o que significa esta entrega até ao fim”.
Verdadeiramente, prosseguiu o bispo diocesano, “aprendamos o que significa amar, disponhamo-nos a fazer caminho, peregrinação, não apenas exterior, mas também interior, disponhamo-nos a que as nossas obras de amor pelo próximo sejam capazes de apagar, fazer esquecer, aquelas outras tantas vezes em que somos egoístas, em que esquecemos o próximo e em que esquecemos Deus”.

































