No âmbito das atividades do Jubileu, que estão a decorrer na Ilha do Porto Santo, o bispo do Funchal participou e assistiu, na quinta-feira, dia 5 de junho, a várias atividades, nomeadamente ao Encontro de Cantares do Espírito Santo, a uma procissão a partir miradouro da Portela até a capela Nossa Senhora da Graça, Igreja Jubilar, seguida de Eucaristia.
Na homilia dessa celebração, o prelado exortou os fiéis a pedirem ao Senhor que “nos dê a coragem para anunciarmos ao mundo inteiro esta esperança grande, última, definitiva, que é a esperança da Ressurreição”.
A Ressurreição de Jesus foi, de resto, o tema em torno do qual D. Nuno Brás desenvolveu a sua reflexão, com o bispo diocesano a lembrar que essa Ressurreição “divide a história em dois: antes de Cristo e depois de Cristo”.
“Se não fosse a Ressurreição Jesus era um homem como os outros”, explicou, para logo acrescentar que “se Jesus nos libertou das cadeias da morte”, veio mostrar que, ao contrário do que popularmente se diz, até para a morte tem remédio. Só temos de viver com Deus e a partir dele.
Este Jubileu, vincou ainda o prelado, “é um convite a nos alegrarmos com tudo isto, um convite a nos alegrarmos em Deus que nos dá um outro horizonte, uma outra esperança”, que nos dá “a recompensa de todos os sofrimentos e de todas as labutas” e nos mostra que “a nossa vida está destinada a ser uma vida feliz” e que “o amor tem a última palavra”.
Este primeiro dia de Jubileu no Porto Santo terminou com a atuação do grupo Folclore local.
Para hoje, sexta-feira, está programada uma Eucaristia, às 19 horas, com toda comunidade no Largo das Palmeiras, presidida de novo pelo Bispo D. Nuno Brás. Posteriormente, pelas 21 horas, haverá o concerto das Ninfas do Atlântico do conservatório seguida da atuação do DJ Michael.























