D. Nuno Brás presidiu ao início da noite de domingo, dia 17 de novembro, na Igreja do Colégio, à Missa do Dia Mundial dos Pobres, instituído pelo Papa Francisco, em 2017.
Nesta celebração, promovida pelo Secretariado Diocesano da Ação Social e pela Cáritas do Funchal e concelebrada pelo reitor do Colégio, Pe. Carlos Almada e pelo Pe. Hugo Gomes, o prelado vincou que não só os pobres “nos ajudam a esperar pelo fim dos tempos, em que Deus vai colocar tudo no seu lugar”, como nos “ajudam também a rezar”.
“Só um coração pobre é capaz verdadeiramente de rezar”, frisou a propósito D. Nuno Brás para logo acrescentar que para quem tem um coração pobre Deus é tudo”. E rezar “é o grande convite que nos é feito neste Dia Mundial dos Pobres”.
Um dia instituído para que o mundo não ignore aqueles que nada têm, e que nas palavras de João Correia, do Secretariado da Ação Social, deverá servir também para “tornar o coração dos madeirenses mais misericordiosos para aqueles que mais necessitam e não têm a quem recorrer”.
Antes do fim da celebração, falou-se sobre o projeto “10 Milhões de Estrelas”. Nascido em França, em 1984, o projeto tem um objetivo muito prático que é ajudar quem precisa. Neste particular destina-se a ajudar “à sustentabilidade e também financiar um projeto internacional que este ano está relacionado com as alterações climáticas nos países lusófonos”.
Ao fundo da igreja, lá estavam as estrelas com as respetivas velas (brancas e vermelhas), que devem ser acesas na noite de Natal, junto ao Menino Jesus, num gesto de agradecimento e de suplica pela paz no mundo.
De referir que esta segunda-feira, pelas 18 horas, integrada ainda nas celebrações do Dia Mundial dos Pobres, vai ter lugar a conferência “Construir a Riqueza combater a pobreza”.
Tendo por oradora Paula Margarido, a mesma vai realizar-se, na Sacristia da Igreja do Colégio.































