Desta vez damos a conhecer aos nossos leitores, nesta rubrica que está prestes a terminar, pelo menos nesta primeira ronda, o Coro da Paróquia do Campanário. De acordo com Avelino Abreu, seu responsável e maestro, no Campanário o canto sempre esteve presente nas Eucaristias desde a fundação da paróquia. É uma forma de “solenizar as celebrações, desenvolver os dons musicais dos paroquianos, conviver e congregar, ajudar no aprofundamento da fé louvando a Deus através da música coral”.
Há quantos anos nasceu o Coro da Paróquia do Campanário e com que objetivos?
O canto nas Eucaristias na Paróquia do Campanário sempre esteve presente desde a sua fundação. Teve maior enfase a partir do séc. XX com a passagem dos vários párocos, pois estes incentivaram sempre a participação do grupo nas diversas eucaristias. Tem como objetivo solenizar as celebrações, desenvolver os dons musicais dos paroquianos, conviver e congregar, ajudar no aprofundamento da fé louvando a Deus através da música coral.
“Tem como objetivo solenizar as celebrações, desenvolver os dons musicais dos paroquianos, conviver e congregar, ajudar no aprofundamento da fé louvando a Deus através da música coral”
O que levou à escolha do nome do grupo, porque não lhe deram qualquer outro?
Para enaltecer a localidade da Paróquia.
O Coro é composto por quantos elementos, divididos por quantos naipes? E qual a média de Idades?
O coro é composto por 22 elementos distribuídos por 3 naipes: sopranos, contraltos e naipe masculino. Tem como média de idades, 50 anos.
“pretendemos continuar na gravação e transcrição de cânticos antigos pois não queremos que estas preciosidades corais se percam”

São poucos elementos? Os suficientes? É difícil ter mais elementos, isto é, é difícil encontrar pessoas comprometidas que aparecem aos ensaios e nas celebrações?
Os elementos são suficientes, apesar de ser sempre uma dificuldade em angariar coralistas para o naipe masculino. Contudo, estamos sempre de portas abertas para acolher elementos de qualquer faixa etária que venham engrandecer o grupo.
Na entrevista que antecedeu estas “conversas” com vários coros falamos com o Prof. Ignácio para traçar uma espécie de panorama geral. Uma das coisas que ele considera menos positiva é os grupos se esquecerem muitas vezes da assembleia e cantarem sozinhos as Missas. O que pensam sobre isto?
Desde sempre tivemos o cuidado e a orientação do nosso pároco, sr. Padre Adelino, de escolher repertório consoante a liturgia e que seja conhecido. Porém, procuramos, na medida do possível, introduzir novos cânticos que posteriormente se tornam conhecidos da assembleia.
Que planos têm para o futuro?
Para o futuro, pretendemos continuar na gravação e transcrição de cânticos antigos pois não queremos que estas preciosidades corais se percam, angariar novos elementos, e que ser evangelizadores da mensagem de Deus, louvando-O através do canto.





















