“Caminho de esperança”

Cón. Rui Pontes recorda trabalho da Pastoral Penitenciária

Durante quase cinco anos o cónego Rui Pontes foi o responsável pela Pastoral Penitenciária da Diocese do Funchal. Um trabalho que incluiu reclusos, mas que vai muito para além destes. É esse tempo e esse trabalho que hoje recordamos. 

“A Pastoral Penitenciária desempenha um papel fundamental na vida de muitas pessoas privadas de liberdade, oferecendo-lhes uma presença constante de apoio, dignidade e esperança. Com base nos valores cristãos e no compromisso com a reintegração social, a pastoral trabalha em estreita colaboração com os reclusos, suas famílias e as instituições prisionais para criar um ambiente mais humano e acolhedor. Foi com esta missão que durante o período em que fui Capelão realizei esta caminhada de quase 5 anos”, referiu o cón. Rui ao Jornal da Madeira.

Sobre o papel do capelão e dos colaboradores da Pastoral Penitenciária, o cón. Rui Pontes destaca o acompanhamento individual aos reclusos,  “estas conversas e momentos de escuta têm um valor imensurável, ajudando os detidos na sua caminhada, quer de arrependimento, de perdão e de preparação para um futuro diferente”.

Uma ação importante desta capelania foi a sensibilização da sociedade através de campanhas de solidariedade, “Através de campanhas em paróquias e comunidades, a pastoral trabalha para mudar a forma como a sociedade vê os reclusos, lembrando que eles são, acima de tudo, seres humanos em busca de uma nova oportunidade de vida”.

Pedras Vivas 06 de outubro de 2024 (A4)

Pedras Vivas 06 de outubro de 2024 (A3)