O bispo do Funchal afirmou no Domingo de Páscoa, na Eucaristia a que presidiu na Sé do Funchal, que “a Boa notícia da ressurreição incomoda”. E incomoda porque “não nos deixa nunca ficar como estamos. Mostra o quanto precisamos de caminhar. Mas constitui o verdadeiro motor para uma nova fronteira do ser humano: não já “o homem que sabe” (o Homo sapiens); não apenas “o homem fabricador” de artefactos e de técnica (o Homo Faber), mas “o homem com Deus” (o Homo Divino, Jesus Cristo)!”.
Por isso mesmo, frisou D. Nuno Brás, “necessitamos todos de escutar a notícia da ressurreição, uma vez mais, e outras tantas quantas necessário. Cada um de nós. Precisamos que esse hino de ressurreição entre em nós pelos nossos ouvidos e permaneça no nosso coração, para ser o princípio de uma vida nova”.
A nossa Região, vincou o prelado, “necessita de escutar a notícia da ressurreição, tão ocupados que estamos com os afazeres do dia-a-dia, com as nossas tradições e o nosso desenvolvimento”. Mas não é a única: “O nosso país necessita de escutar a boa notícia da ressurreição, tão enrodilhado que está em pequenos conflitos de corte, incapaz de enfrentar os problemas sérios da vida dos seus cidadãos”, constatou.























