A igreja do Colégio foi, uma vez mais, o ponto de partida no domingo, 3 de março, da Procissão dos Passos, tendo-se realizado depois o sermão do Encontro no adro da Sé.
A presidir a estes momentos esteve o bispo do Funchal que, no Sermão do Encontro, começou por lembrar que “verdadeiramente, no coração da Mãe e do Filho, não podem deixar de estar todas as situações de sofrimento, de tristeza que acontecem no mundo”.
O próprio grito do Senhor na Cruz, “não é apenas o grito de um homem na cruz, não é apenas o grito do Filho que se dirige ao Pai em suplica, mas é também o grito da humanidade, de todos os tempos, que ali se encontra concentrado”.
“Ali estão os gritos e as súplicas do povo ucraniano, ali estão os sofrimentos da Terra Santa, os sofrimentos das mães de Gaza, dos médicos, das organizações humanitárias, ali estão os sofrimentos de tantos povos da África, da América Latina da Ásia que sofrem na pele a pobreza extrema, ali estão os sofrimentos de tantos madeirenses, daqueles que não conseguem ganhar para sustentar a sua família, ali estão os sofrimentos de tantas mães que veem os filhos cair na droga e no álcool, as tristezas de tantos casais que veem terminado o sonho de uma vida feliz”, vincou o prelado.

























