Música Sacra na liturgia não pode esquecer a assembleia 

Pe. Ignácio Rodrigues diz que é necessário sensibilizar os coros

A maioria das celebrações litúrgicas contam com a participação de coros. É a história de alguns deles que vamos procurar conhecer ao longo dos  próximos meses. Mas para começar quisemos esclarecer eventuais dúvidas, nomeadamente sobre o que é Música Sacra, Música Litúrgica e Música Religiosa e saber qual o seu estado na Diocese do Funchal. 

Para isso falamos com o Pe. Ignácio Rodrigues, que não só nos esclarece essas dúvidas, como nos diz que é necessário sensibilizar os coros, os diretores de coros, maestros e maestrinas que, no culto divino, não pode ser executado qualquer estilo musical. 

“Toda a música que não foi criada para a liturgia, nunca vai cumprir a sua missão” diz o sacerdote, segundo quem a Diocese do Funchal “é detentora de uma grande riqueza musical sacra e litúrgica”. Há ainda que “ter em conta que a música sacra na liturgia nunca pode esquecer ou pôr de parte a assembleia”.

Pedras Vivas 14 de janeiro de 2024 (A4)

Pedras Vivas 14 de janeiro de 2024 (A3)