O bispo do Funchal voltou a insistir que os madeirenses podem se sentir “demasiado pequenos para contarmos, como protagonistas, na construção de mundo novo” e achar que “apenas saindo da Ilha poderemos fazer a diferença nos diversos campos: na investigação científica e no pensamento, nos mundos da cultura e da arte, da saúde, da economia ou da política”. Mas isso não é verdade.
D. Nuno Brás, que presidiu na segunda-feira, dia 1 de janeiro, na Sé, à celebração da Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus e ainda o Dia Mundial da Paz, explicou, na nossa pequenez contamos, “porque somos, também nós, parte deste nosso mundo. E, por isso, somos convidados por Deus a ser seus construtores — construtores decididos dum mundo novo. Não podemos deixar que a Ilha nos limite”.
“É possível dar um rosto mais autenticamente cristão à nossa Ilha e ao mundo. Deus confia-nos a todos nós, cristãos, a tarefa de lhe oferecer esse rosto. E queremos construir este mundo novo aqui, como madeirenses. Com o nosso povo, com a sua identidade, com as suas tradições e com a sua realidade”, vincou o prelado.



















