95 anos do CNE-Madeira assinalados com Eucaristia na Igreja do Colégio

O CNE conta com mais de 900 escuteiros na Região

Foto: Duarte Gomes

Foi com uma Eucaristia celebrada na manhã deste dia 8 de dezembro, na Igreja do Colégio, que o Corpo Nacional de Escutas na Madeira assinalou o seu 95.º aniversário. 

Presidida por D. Nuno Brás e concelebrada por outros sacerdotes, nomeadamente pelo Pe. Fábio Ferreira, Assistente Regional do CNE, esta foi uma oportunidade para o bispo diocesano explicar, de forma simples, a solenidade que se comemora neste dia dedicado à Imaculada Conceição, padroeira de Portugal.

Depois das boas vindas aos escuteiros e às entidades presentes, nomeadamente à Secretária da Juventude e Inclusão Ana Sousa, ao vereador Bruno Pereira e ao chefe nacional do Corpo Nacional de Escutas, Ivo Faria,  o prelado convidou a assembleia a “começar este dia a olhar para Nossa Senhora, porque queremos ser como Ela” e “queremos que Ela nos ensine isso mesmo”.

Na homilia, o bispo do Funchal explicou que Nossa Senhora “se chamava Maria, Maria de Nazaré”, mas que o anjo “aproveitou para lhe colocar uma alcunha e passou a chamá-la a cheia de Graça, tanto que quando rezamos a Ave Maria dizemos, cheia de graça”. 

Mas não se trata de uma graça qualquer. Trata-se “de sentir que aquela pessoa tem qualquer coisa que me faz sentir bem, que me faz querer ser melhor, de ser mais, e de não ficar neste dia a dia assim”. Essa, continuou, é “aquela pessoa verdadeiramente cheia de graça”. A pessoa que aceita fazer as coisas que Deus lhe pede de graça. E Nossa Senhora é essa pessoa. A “pessoa que vive com Deus e que recebe o amor de Deus porque sim, de graça, porque Deus quer, Deus chama, Deus transforma-a para Ela ser esta presença cheia de graça no meio de nós”.

É por isso, vincou, “que nós nos sentimos tão bem ao pé de Nossa Senhora, verdadeiramente Ela é a cheia de Graça”. Daí o convite para que, num momento de silêncio, a assembleia pudesse “dizer a Jesus: Senhor ajuda-me a ser como Maria, cheia de Graça”.