Chama-se Ana Clara Vieira Gama tem 56 anos, é enfermeira desde 1992. Trabalha no Centro de Saúde do Bom Jesus, mais precisamente no serviço de Atendimento ao Jovem, Equipa Multidisciplinar e Transdisciplinar e vai ser voluntária nas Jornadas de Lisboa.
Sobre o que a levou a inscrever-se, se só o desejo de ajudar ou também de encontrar Jesus no meio da multidão, explica ao Jornal da Madeira que, é “católica, praticante, a expressão do amor de Deus na minha vida, o viver entre a espera e a pressa, o facto de Nossa Senhora do Monte ser a nossa Padroeira, são as razões da inscrição nas JMJ 2023”.
Ana Clara vinca que planeou as férias para ir às jornadas e que segue viagem juntamente com uma colega também ela enfermeira. Vai integrar “uma equipa de saúde, com alojamento, alimentação, transporte e seguro”.
Esta será a primeira vez que irá participar numas jornadas. A experiência que mais se aproxima foi, conta, “ter estado em Taizé (encontro ecuménico em 1987), pelo JCM, representando o Grupo de Jovens Cristãos da freguesia de Nossa Senhora do Monte”.
Quanto às expectativas com que deixa a ilha, fala de “um grande desafio de oração em comunidade, o nosso tesouro” e de “poder deixar os afazeres para depois, para partilhar testemunhos de Fé”. Além disso, o “saber silenciar nos dias de hoje e o poder da comunicação”, também entram no seu conjunto de expectativas.
A profissional de saúde lembra ainda que as JMJ 2023, são “um grande evento para Portugal” e não esconde a sua felicidade “por a nossa ilha da Madeira e pelo altruísmo e comunhão de todos os intervenientes nesta causa, em especial a nossa diocese, na pessoa do senhor bispo D. Nuno Brás e do senhor padre Carlos Almada”, a quem deixa um “bem-haja”.






















