O Dia Mundial do Doente é celebrado todos os anos a 11 de fevereiro, quando em toda a Igreja se celebra a festa de Nossa Senhora de Lourdes. Com efeito, para este santuário francês acorrem diariamente centenas, milhares de doentes implorando a cura ou, simplesmente, a ajuda de Deus para viver a sua condição de doentes.
Como é habitual, o Papa Francisco enviou uma mensagem para nos convidar a viver melhor este dia mundial. “Trata bem dele”, é o convite do Papa, retirado da parábola do Bom Samaritano. São as palavras com que o samaritano recomenda ao estalajadeiro o cuidado pelo homem que tinha caído nas mãos dos salteadores.
Todos, mais tarde ou mais cedo, experimentamos o que significa estar doente. E experimentamos como essa situação constitui sempre um sinal da nossa fragilidade. E como nos sentimos quase que empurrados para a solidão.
“Trata bem dele” é o convite que Jesus nos faz, e que o Papa Francisco agora renova, para vivermos a “compaixão”. Se virmos bem, “compaixão” é uma palavra que resume a atitude requerida àqueles que tratam dos doentes: trata-se de “sofrer com”. Quer dizer: trata-se de não nos deixarmos ficar indiferentes perante o sofrimento, a doença dos nossos irmãos, mas de nos fazermos próximos deles.
E o Papa vai mesmo mais longe, afirmando que aquele convite nos chama “não apenas à oração e à proximidade com os que sofrem, mas visa ao mesmo tempo sensibilizar o povo de Deus, as instituições de saúde e a sociedade civil para uma nova forma de avançar juntos”, garantindo a todos “o acesso aos cuidados médicos e o direito fundamental à saúde”.





















