Beato Carlos da Áustria, intercessor pela paz

Tempo Jubilar assinala o centenário do “Santo Imperador”

O bispo do Funchal, D. Nuno Brás, presidiu na quinta-feira, dia 24 de março, na Igreja de Nossa Senhora do Monte, à celebração de abertura do Jubileu que assinala os cem anos do falecimento do Beato Carlos da Áustria. 

Depois da leitura do Decreto da Penitenciaria Apostólica, o bispo do Funchal abriu a porta principal da igreja, dando início ao Tempo Jubilar que se prolonga até ao dia 21 de outubro. Durante o jubileu é concedida aos fiéis que visitarem a Igreja de Nossa Senhora do Monte, a indulgência plenária, segundo as condições habituais.   

Na homilia, D. Nuno Brás disse: “Hoje, de um modo particular, acolhemos a misericórdia divina que nos chega a partir da concessão do Santo Padre para que esta igreja de Nossa Senhora do Monte seja, até ao próximo dia 21 de Outubro, um local de misericórdia, onde os pecadores (que somos todos nós) se deixem transformar na imagem, na “extensão de Cristo”. 

O Beato Carlos “prodigalizou-se com todas as forças na luta pela paz, à custa de ser incompreendido e escarnecido. Também nisto ele nos oferece um exemplo mais atual do que nunca, e podemos invocá-lo como intercessor para obter de Deus a paz para a humanidade”, recordou o bispo do Funchal, citando as palavras do Papa Francisco.

Para D. Nuno Brás, o Beato Carlos destaca-se como “pai de família, devoto da Eucaristia e de nossa Senhora, educador dos seus filhos, rosto e presença do amor de Deus para todos, sobretudo para com os pobres e os que sofrem”.

Pedras Vivas 27 de março de 2022 (A4)

Pedras Vivas 27 de março de 2022 (A3)