Angelus: Papa saudou os madeirenses do Funchal e do Estreito de Câmara de Lobos presentes

D.R.

No final do Angelus deste domingo, dia 13 de fevereiro, o Papa Francisco saudou, como é habitual, os peregrinos presentes na Praça de São Pedro. Mas Francisco saudou “em particular”, os madeirenses do Funchal e do Estreito de Câmara de Lobos, presentes na praça.

O Papa voltou mostrar a sua preocupação com a situação na Ucrânia, tendo afirmado que os responsáveis políticos devem fazer “todos os esforços pela paz”.

“As notícias que chegam da Ucrânia são muito preocupantes. Confio à intercessão da Virgem Maria e à consciência dos responsáveis políticos todos esforço pela paz”, afirmou o Papa.

Durante a oração do Angelus, Francisco convidou os peregrinos presentes na Praça de São Pedro, a rezar em silêncio pela paz na Ucrânia.

Na sua alocução dominical, o Papa Francisco refletiu sobre o texto do Evangelho das bem-aventuranças, que é lido missas deste domingo, referindo que Jesus, “apesar de estar rodeado de uma grande multidão, proclama-as voltando-se para os discípulos”.

“As bem-aventuranças definem a identidade dos discípulos de Jesus. Elas podem soar estranhas para quem não é discípulo”, afirmou o Papa.

Francisco referiu-se sobretudo à primeira das bem-aventuranças – “ditosos os pobres” – que é “a base” de todas as outras.

“O discípulo de Jesus não encontra a sua alegria no dinheiro ou outros bens materiais, mas nos dons que recebe em cada dia de Deus: a vida, a criação, os irmãos e as irmãs”, sublinhou.

Para o Santo Padre, o discípulo partilha os bens que possui, “sabe que tem de aprender em cada dia”, é uma “pessoa humilde e aberta” e “sem preconceitos ou rigidez”.

“Quem está demasiado apegado às suas próprias ideias e às suas seguranças, quase nunca segue realmente Jesus. Talvez O escute, mas não O segue”, advertiu.