Comissão tem realizado encontros sobre sínodo junto dos arciprestados 

Próximo será a 5 de Dezembro, pelas 16 horas, no Arciprestado de Câmara de Lobos, mais precisamente na igreja do Carmo.

Foto: Duarte Gomes

A comissão nomeada em Setembro por D. Nuno Brás para coordenar, promover e incentivar as diferentes iniciativas pastorais respeitantes ao Sínodo dos Bispos, tem andado no terreno a sensibilizar para este evento que vai ter lugar em 2023.

De acordo com declarações prestadas ao Jornal da Madeira, pelo cónego Ramos, coordenador desta comissão, a mesma tem feito em cada arciprestado “um encontro, uma reunião de formação e sensibilização sobre a sinodalidade”. 

O grande objetivo, disse-nos, é “sensibilizar e motivar os agentes pastorais, os responsáveis dos grupos e movimentos ou outros que os párocos indicam, para esse estilo de caminhar juntos sentindo-se corresponsáveis uns pelos outros”, explicou-nos. 

Até este momento já se realizaram três destes encontros de trabalho, nomeadamente no arciprestado de Santa Cruz/Machico, com duas reuniões e no arciprestado do Funchal. 

Quanto aos próximos, o cónego Ramos adiantou-nos que há encontros marcados para 5 de Dezembro, pelas 16 horas, no arciprestado de Câmara de Lobos, mais precisamente na igreja do Carmo.

Em janeiro, no dia 16, a visita será ao arciprestado de Santana. O encontro decorrerá no salão paroquial, igualmente a partir das 16 horas.

O arciprestado de São Vicente/Porto Moniz receberá o encontro no dia 23 de Janeiro, também pelas 16 horas, com a reunião a decorrer igualmente no respetivo salão paroquial. 

Em termos práticos, de acordo com o que nos explicou o coordenador da comissão, o encontro “tem uma parte de reflexão e uma parte de partilha, procurando responder à questão fundamental do Sínodo que passa pela partilha das experiências já vividas da sinodalidade e na escuta do Espírito, que passos que desejos que sonhos nós possamos, desejamos ou queremos para a nossa Igreja”.

A participação nestes encontros tem variado de arciprestado para arciprestado, embora o cónego Ramos seja o primeiro a dizer que “independentemente disso, este é um caminho que tem de se fazer”, embora confesse que “esperava maior envolvência, maior participação, mas tendo em conta que é uma realidade, um tema novo é preciso ir aos poucos”. De resto, esta pré-consulta nas dioceses é exercitar um caminho”.