“Do meu cantinho com Amor”: A ternura de Jesus com as mulheres

D.R.

Foram muitas as mulheres que acompanharam Jesus na terra, sempre disponíveis para O escutar, prontas para Lhe levar a sua generosidade com um zelo feminino de cuidar, colaborar e apoiar.

Constantes na vida pública do Mestre, também o foram na dolorosa hora da Paixão e na aurora de Ressurreição. A vida primitiva da Igreja assentou e cresceu com esta dinâmica feminina, no labor de bem-fazer, divulgar, consolar e melhorar.

São muitas e muito belas as passagens bíblicas que nos vão desfiando os seus nomes pessoais, as suas atitudes de esmero e sensibilidade para com Jesus, a Sua Palavra, o Seu olhar, o Seu Amor.

O Senhor apoiava-se nelas, sabia que O amavam sem rodeios, sem falsas palavras ou hipocrisias, porque o seu desprendimento e vontade de servir, as elevava a um patamar divino.

O cristianismo sempre foi e é uma religião onde a Mulher é considerada em dignidade, em respeito e em liberdade igual ao Homem, porque ambos são filhos de Deus, criados para a grandeza no seio da sociedade. Diferentes e complementares, dois em um, frutos da Criação para a criação da humanidade.

Tudo o mais que se possa acrescentar é tergiversar, é contornar a realidade, é distorcer e denegrir, o que por si é sagrado.

Culturas, épocas mais sombrias ou ideologias ateias, vazias de conteúdo e formação credível sobre a História e a vida da Igreja, tendem a alterar o sentido, colocando-lhes nuances teológicas e filosóficas, mas revelam antes de mais uma má-fé, uma ambição mediática e uma pobreza de horizontes culturais, civilizacionais e vontade de dividir em vez de unir.

Cristo amou as Mulheres porque sabia que nelas estava espelhado o Amor do Pai.

Que não seja o homem, a mulher e a sociedade a retirar-lhe a patente superior, porque divina, porque nobre, própria de uma filha de um Deus Superior, que veio ao mundo para perdoar, abençoar e salvar.

Suzana Maria de Jesus – Orientadora pedagógica