Cónego Vítor Gomes: Retiros são convite à vigilância sobre a vida pessoal e pastoral

Foto: Duarte Gomes

Terminou esta sexta-feira, dia 9 de julho, aquele que acabou por ser o primeiro retiro do clero deste ano, já que o que estava agendado para decorrer entre 22 e 26 de fevereiro acabou por se cancelado devido à pandemia.

Com 15 participantes, incluindo o pregador, este turno foi orientado pelo cónego Vítor dos Reis Gomes. 

Sobre o convite para acompanhar estes sacerdotes neste tempo de reflexão, o Cónego Vítor disse ao Jornal da Madeira que se trata de “uma missão que pode caber a qualquer um de nós”, tendo recordado que já há uns anos já lhe coube igual tarefa.

Neste contexto, explicou, que “fez o esforço” de atender ao que lhe era pedido”. E fê-lo “com agrado”, na medida em que “também me levou a mim a ler, a investigar e a transmitir, porque para transmitir é preciso assimilar”.

Estes retiros, frisou, “são sempre um convite à interioridade, à reflexão e à espiritualidade”, mas nos tempos que correm, são igualmente “um convite à vigilância sobre a vida pessoal, a vida de oração e a vida pastoral”. 

Sendo o ano pastoral dedicado à Eucaristia, também não poderia ter faltado “uma meditação sobre os vários aspetos da Eucaristia”, conforme explicou o orientador, que é também pároco de Santa Cruz.

Sobre a importância destas paragens na vida dos sacerdotes, o Cónego Vítor Gomes foi peremptório ao afirmar que elas são fundamentais. E que não o são só para os sacerdotes, mas seriam importantes “também para os cristãos que precisam sair do ritmo frenético e acelerado em que vivem”. 

De referir que este retiro do clero, promovido pela Diocese do Funchal, terminou com uma Eucaristia presidida pelo bispo do Funchal, D. Nuno Brás.