Por Conceição Freitas
Que bom que foi subirmos a montanha nesta manhã fria de janeiro, para ouvir a voz cristalina da Madre Superiora do Mosteiro entoar o Cântico para a proclamação do Evangelho: Abriram -se os céus e ouviu-se a voz do Pai “Este é o meu Filho muito amado, escutai-O”.
Esta revelação, no tempo de Jesus, causou espanto pela novidade e profundidade que contém. Hoje, as homilias dos sacerdotes ajudam-nos a meditar nela.
Se tivermos presente a súplica de Isaías: “Quem me dera que rasgasses os céus e descesses, derretendo os montes com a Tua presença” (Is 63,19), compreendemos melhor a apoteose do Batismo de Jesus. Deus rasgou os céus e pela primeira vez na História da Salvação revela aos homens a Sua essência trinitária: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.
“Foi o Padre Ernesto Schmitz que bem depressa tomou consciência de que Virgínia tinha uma alma invulgar, uma alma sobre quem Deus tinha desígnios específicos. A Virgínia tinha agora a orientação de que tanta necessidade vinha sentindo desde os doze anos. Começou, pois, a fazer uma caminhada de discernimento, a levar a vida espiritual mais a sério…” (in Madre Virgínia uma vida de Amor).
A partir meditação sobre o Batismo de Jesus, somos convidados a pedir ao Espírito Santo o fruto do discernimento.
Madre Virgínia ajudai-nos a fazer uma caminhada de discernimento e a levar a vida espiritual de batizados mais a sério, como fizestes.




















