Seminários: esperança da Igreja (“Pedras Vivas” – 8 de novembro de 2020)

A Diocese do Funchal conta com catorze seminaristas

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Termina este domingo a Semana de Oração pelos Seminários. Aos seminaristas, o Concílio Vaticano II pede que “sintam vivamente que a esperança da Igreja e a salvação das almas lhes está confiada”.  

A formação nos seminários está organizada em quatro etapas: propedêutica (um ou dois anos); estudos filosóficos (dois anos) estudos teológicos (três anos) e pastoral (um ano) que assentam em quatro dimensões formativas: humana, espiritual, intelectual e pastoral. 

Diante dos novos desafios da sociedade, a Congregação do Clero  apontou também “a utilização dos mass-media e a aproximação ao mundo digital” como “parte integrante do desenvolvimento da personalidade do seminarista”. Nesta nova “ágora”, praça pública digital, “os futuros pastores não podem ficar excluídos” (Ratio fundamentalis, 97).

Na atualidade, a Diocese do Funchal conta com 14 seminaristas. Seis no Seminário de Nossa Senhora de Fátima (Funchal): o Igor da Paróquia do Rochão, o João da Paróquia do Piquinho, o Anselmo da Paróquia da Lombada de Santa Cruz, o Alexandre da Paróquia do Carmo, o Carlos da Paróquia do Carmo e o Alberto da Paróquia de Campanário. Um no Seminário de S. José de Caparide (Lisboa): o Emanuel da Paróquia da Vitória/Santa Rita. Sete no Seminário dos Olivais (Lisboa): o João da Paróquia de São Roque, o Patricio da Paróquia do Piquinho, o Pedro da Paróquia da Nazaré, o Diogo da Paróquia do Caniçal, o Tiago da Paróquia da Nazaré, o Marcos da Paróquia da Calheta, o Abílio da Paróquia das Achadas da Cruz. 

Rezemos para que “os Seminários possam formar discípulos missionários “enamorados” do Mestre, pastores “com o cheiro das ovelhas” que vivam no meio delas para servi-las e conduzi-las à misericórdia de Deus”.

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