“O Que É Amar um País. O Poder da Esperança.”: Livro do Cardeal Tolentino disponível a partir de 14 de agosto

Cartaz

“O que é amar um país. O poder da esperança” assim se intitula o novo livro do cardeal José Tolentino Mendonça, que a editora Quetzal vai disponibilizar a partir de 14 de agosto.

Nesta nova obra José Tolentino Mendonça, poeta e sacerdote, explica que “o tempo atual representa também uma oportunidade para nos reencontrarmos. Confinados a um isolamento, compreendemos talvez melhor o que significa ser – e ser de forma radical – uma comunidade.”

Neste pequeno volume, pode ainda ler-se na sinopse de apresentação, “reúnem-se três temas essenciais para a atualidade portuguesa: 1) o que é amar um país; 2) qual o sentido da palavra «esperança» em tempos de pandemia; e 3) de que forma a beleza, a graça e a fé podem combater a solidão e a calamidade do nosso tempo. O primeiro tema é abordado no discurso de José Tolentino Mendonça (que mereceu vários elogios públicos) nas cerimónias do Dia de Portugal a 10 de junho de 2020, aqui publicado na íntegra.”

O segundo tema está na origem de um texto intitulado «O Poder da Esperança», publicado originalmente no início da pandemia, e onde se viaja pelo meio dos clássicos, da filosofia, da teologia e da poesia – como experiências da catástrofe e da terapia de resposta.

Finalmente, “o livro encerra com onze textos dispersos que prolongam a leitura dos livros anteriores de José Tolentino Mendonça em torno da necessidade da beleza e contemplação em tempos de solidão, imprevisibilidade e dor extrema.”

Trata-se, por isso, de “um livro de grande urgência – que diz respeito a todos, crentes e não crentes. Sobretudo, a todos os portugueses.” «E bem precisávamos de um homem do humanismo e, portanto, da cultura, de um pensador, de um escritor, de um poeta para nos falar da importância dos outros e da sua redescoberta, a começar nas famílias, nas vizinhanças, nas amizades, da atenção aos mais pobres, vulneráveis e dependentes, do pacto entre gerações, tentando ultrapassar o abismo já cavado entre os mais e os menos jovens.», como disse Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República, sobre o discurso do Cardeal Tolentino Mendonça.