D. Nuno Brás marcou presença em caminhada por “uma boa causa” organizada pelo Marítimo

Foto: Duarte Gomes

Muito antes da hora prevista para o início da Caminhada Solidária do Marítimo, já os muitos participantes começavam a chegar este sábado, dia 7 de dezembro, ao complexo desportivo, em Santo António.

Equipados a rigor, ora com t-shirts verdes ora vermelhas, as cores do clube que dizem ser ‘o maior das ilhas’, pequenos e grandes foram se juntando em grupos que mais tarde se tornariam num só, em prol de uma causa: a importância de dar sangue.

Várias figuras públicas, entre as quais o bispo do Funchal, quiseram associar-se a esta iniciativa. À chegada ao recinto, D. Nuno Brás disse ao Jornal da Madeira que para estas “boas causas, todas as boas vontades são poucas”. Daí associar a sua presença a esta caminhada.

Recorde-se que esta ação solidária promovida pelo Marítimo, visava chamar a atenção para a necessidade de contribuir com dádivas de sangue, fundamentais para o equilíbrio das respostas a providenciar pelas unidades hospitalares.

Esta iniciativa foi, de resto, organizada em parceria com a Associação de Dadores de Sangue, conforme explicou Carlos Pereira, presidente dos verde-rubros, que a ligou também às iniciativas que, por norma, o Marítimo promove para assinalar o Dia da Imaculada Conceição.

Apesar do foco principal do clube ser o futebol, Carlos Pereira considera que este tipo de eventos e de parcerias fazem cada vez mais sentido e são uma forma do clube “criar cada vez mais empatia com a população”, alertando para questões pertinentes e contribuindo “para uma sociedade mais sã e mais unida”.

À hora marcada a marcha em direção ao Estádio do Marítimo iniciou-se levando os participantes até ao ‘Caldeirão’, onde foi servida uma refeição ligeira, seguindo-se a entrada no recinto para assistir ao jogo da 13.ª jornada da Liga NOS, entre o Marítimo e o Santa Clara, que acabou empatado a duas bolas.