Irmãs Franciscanas de Nossa Senhora das Vitórias celebraram datas jubilares e reafirmaram o “sim” da primeira hora

Foto: Duarte Gomes

Um grupo de Irmãs Franciscanas de Nossa Senhora das Vitórias celebrou no sábado, dia 28 de julho, as suas bodas de 60, 50 e 25 anos de Vida Consagrada a Deus.

Para assinalar a data teve lugar uma Eucaristia na capela do Colégio de Santa Teresinha, presidida pelo Cónego Duarte Pita e concelebrada por vários outros sacerdotes.

No início da celebração a Irmã Dulce Pinto, superiora provincial, manifestou a sua alegria por estas irmãs que se preparavam para “reafirmar aquele “sim” da primeira hora”.

A provincial foi também a portadora de uma mensagem do bispo diocesano que, por motivos pessoais, não esteve presente na cerimónia, mas que não quis deixar de “estar unido a vós nesta Eucaristia”.  

“É bom recordar, na intimidade com o Senhor, o momento em que cada uma se sentiu tocada e chamada pelo próprio nome, há mais ou menos tempo, e se entregou generosamente para o seguimento de Cristo e ao serviço da missão”, frisou o prelado. D. António Carrilho, estendeu os seus parabéns a toda a congregação, fundada pela Irmã Wilson, “com uma especial súplica pelas vocações, para que sejam escutados novos chamamentos e novas respostas”.

Na homilia da celebração o Cónego Duarte Pita também deu os parabéns às jubiladas, referindo que o momento era de “acção de graças por estas irmãs que se entregaram completamente ao serviço de Deus Nosso Senhor”, mas também de reflexão sobre aquilo que Deus pretende de nós, não só num dia, mas em todos os dias da nossa vida. Em todos eles, disse, devemos ser “expressão do amor de Deus”, “testemunhas desse seu amor” e “fiéis à missão que Ele nos concede”.

Um dos perigos do nosso mundo, disse o pároco de Santa Luzia, “é que queremos que Deus nos sirva e esquecemos aquilo que devemos fazer e que é a razão do nosso viver: sermos testemunhas e imagem de um Deus que nos amou até ao fim”. Acontece, reconheceu, “até aos que têm fé, não ficarem contentes, porque Ele não fez o que nós queríamos”, esquecendo qual deve ser o nosso papel.

As jubiladas, disse o cónego Pita, têm vivido com esta preocupação e são, por isso, “um exemplo da resposta amorosa à vontade de Deus.” Elas aprenderam a colocar tudo nas mãos de Deus, fazendo uma “caminho de humildade” e sendo “presença viva de Jesus todos os dias e nas mais diversas circunstâncias”. Um exemplo e um “caminho de fidelidade” que todos nós devemos seguir procurando “responder ao Senhor a cada momento e a cada circunstância, sempre com muita entrega e generosidade”.

A terminar, de referir que as jubiladas, que em momento próprio reafirmaram o seu “sim” da primeira hora, foram as irmãs Ana Cândida, Glória de Gouveia, Benvinda Vasconcelos (Bodas de Diamante), Maria de Sousa, Maria Lucinda Teixeira, Graça Botelho (Bodas de Ouro) e Margarida Teixeira, Conceição Pereira, Isabel Vasconcelos e Maria Goreti (Bodas de Prata).