Reitora da Universidade Católica diz que a inauguração da Faculdade de Medicina é início de “tempo novo”

Reitora fala na concretização de um «sonho», em sessão solene que marcou início da instituição

Foto: Agência ECCLESIA/HM

A nova faculdade da UCP, destacou a responsável, quer promover “uma mudança de paradigma” com a criação do primeiro projeto integralmente privado de Medicina em Portugal, num investimento inicial de cerca de 25 milhões de euros.

A Faculdade da UCP tem como “parceira clínica” o Grupo Luz Saúde, que coloca o seu corpo clínico ao “serviço de um projeto de formação único no país”, frisou Isabel Capeloa Gil.

A Universidade Católica Portuguesa “deve estar onde se debate o futuro da ciência” e onde “se define os limites do conhecimento”, acrescentou.

Num contexto excecional – “um cisne negro” – ao nível da saúde e de outras áreas da sociedade devido à pandemia de Covid-19, Isabel Capeloa Gil observou que existem também potencialidades que “podem robustecer” o sistema.

“No século XXI, a formação do médico não se esgota na Medicina” e com o novo curso, a UCP está a “contribuir para a formação de profissionais altamente qualificados”, apontou a reitora.

Para a responsável, a UCP vai ajudar “a fazer mais e melhor Medicina, para robustecer Portugal”.

O diretor da nova Faculdade, António Medina de Almeida, destacou por sua vez que os alunos são os “grandes protagonistas” deste projeto, apontando aos desafios demográficos e da digitalização, no futuro.

“Tudo faremos para que estejam preparados para a vocação de cuidadores, mas também de investigadores, promotores da saúde pública”, declarou.

A sessão contou com a presença do magno chanceler da UCP, D. Manuel Clemente; do primeiro-ministro, António Costa; da presidente do Conselho de Administração da Luz Saúde, Isabel Vaz; do ministro da Ciência e do Ensino Superior, Manuel Heitor; e dos presidentes dos Municípios de Sinta e Oeiras.

HM/LFS/OC