6º Dia – Jesus, Deus à nossa semelhança

Jesus em oração

Por Conceição Freitas

Na manhã da sexta novena, pusemo-nos a caminho, ao jeito de Jesus no Evangelho:

“De madrugada, ainda escuro, (Jesus) levantou-se e saiu, foi para um lugar solitário e pôs-se em oração” (Mc 1,35).

Na homilia, o Sacerdote fez-nos tomar consciência do lugar onde estávamos, o mesmo onde Jesus visitava a Madre Virgínia, um lugar solitário, um sítio ermo.

Fui levada a pensar no movimento ascendente e descendente daqueles encontros: Jesus subindo o caminho íngreme do Lombo dos Aguiares para visitar a Madre Virgínia e esta descendo até à Igreja de Santo António para se encontrar com Ele, em frente do Sacrário.

Uma movimentação ao jeito de apaixonados que não medem nem distâncias nem sofrimentos para se encontrarem! Porque simplesmente desejam estar juntos! Amam-se.

Em relação à missão da Madre Virgínia, o Sacerdote disse que tudo o que a Madre Virgínia disse e fez, já Jesus dissera e fizera e está escrito nos Evangelhos e acrescentou: “Madre Virgínia é uma voz que atualiza neste nosso tempo a mensagem de Jesus de Adoração, Amor e Reparação. É a voz dos Santos que assumem a missão de fazer eco da Palavra em cada geração, ao longo da História”.

Jesus “teve de assemelhar-se em tudo aos seus irmãos… a fim de expiar os pecados do povo. É porque Ele mesmo sofreu e foi posto à prova que pode socorrer os que são postos à prova” (Heb 2,16-18)

Jesus, fez-se um de nós porque teve compaixão da nossa fragilidade. E escolhe uns de nós para por sua intercessão, continuar connosco, concluiu o Sacerdote, valorizando o poder da intercessão.

Madre Virgínia intercedei por nós, pobres pecadores!