D. Nuno Brás: Tempo de Natal exige comportamento cívico e cristão

Foto: Duarte Gomes

“O Natal exige de nós, este ano, um comportamento cívico e cristão que nos protege a nós e que protege os outros”. As palavras são de D. Nuno Brás e podem ser entendidas como um apelo, e não apenas como uma espécie de justificação para o facto de este ano não haver convívios natalícios organizados pelas paróquias, nem romagens, nem autos de Natal, nem grupos de cantares.

A atual situação epidemiológica na ilha justifica esta decisão da Diocese do Funchal, tomada em conformidade com aquelas que são as indicações das autoridades regionais de saúde, com quem a Diocese do Funchal mantém um diálogo constante relativamente a esta matéria, por forma a tomar decisões em consonância.

A este respeito e em recentes declarações à RDP, D. Nuno Brás disse ter “muito medo se por causa de uma Missa do Parto, uma missa do Natal a nossa ilha tiver de, em janeiro, ficar confinada, ou o hospital ficar sem capacidade de resposta”. Daí a tomada de posição da diocese.

De resto, o próprio presidente do Governo Regional já fez saber que vai anunciar novas medidas de combate à pandemia esta semana, que vão vigorar entre 15 de dezembro e 15 de janeiro. Miguel Albuquerque avançou que ia ser implementado um conjunto de regras e procedimentos complementares aos que estão em vigor.