Símbolos da JMJ: Delegação Portuguesa já está em Roma 

D.R.

A delegação portuguesa, com jovens representantes das diferentes dioceses do país, já está em Roma onde vai receber este domingo, do Papa, os símbolos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), cuja próxima edição internacional está marcada para Lisboa.

“É uma Jornada que até ganhará um valor acrescentado por ser uma resposta juvenil, e a nível mundial, a algo que nos podia paralisar a todos, em termos de sensibilidade, em termos de projetos. Vamos para a frente, vamos bem”, referiu D. Manuel Clemente, falando aos jornalistas, antes da partida.

A passagem de testemunho entre o Panamá, que acolheu a JMJ 2019, e a capital portuguesa estava inicialmente prevista para o Domingo de Ramos, mas foi adiada devido à Covid-19.

Para o cardeal-patriarca de Lisboa, este momento simbólico “vem a tempo”, num momento em que se nota o aumento do “entusiasmo” perante a próxima JMJ.

A comitiva portuguesa leva consigo uma carta do presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, para entregar ao Papa.

O grupo integra dez representantes de diversas dioceses nacionais, entre os quais o Pe. Carlos Almada, que representa todos os jovens da Diocese do Funchal, e elementos da organização da Jornada Mundial da Juventude 2023.

Os jovens que recebem os símbolos das JMJ vão ainda participar, este sábado, num encontro com o cardeal D. José Tolentino Mendonça, na igreja de Santo António dos Portugueses (Roma), ao qual se segue a celebração da Eucaristia, presidida por D. Manuel Clemente.

A título de curiosidade refira-se que a Cruz peregrina, com 3,8 metros de altura, foi construída a propósito do Ano Santo, em 1983 e foi confiada por João Paulo II aos jovens no Domingo de Ramos do ano seguinte, para que fosse levada por todo o mundo.

“Desde aí, a Cruz peregrina, feita em madeira, iniciou uma peregrinação que já a levou aos cinco continentes e a quase 90 países”, indica a nota da JMJ 2023.

Quanto à réplica do ícone de Nossa Senhora ‘Salus Populi Romani’, que retrata a Virgem Maria com o Menino nos braços, foi introduzida pelo Papa João Paulo II, em 2000, e entregue aos jovens três anos depois; o original encontra-se na Basílica de Santa Maria Maior, em Roma.

D.R.