Como é bom que Cristo já reine!

D.R.

Todos os dias a celebração da Eucaristia dá uma qualidade nova à nossa Ilha. Em cada dia, são milhares os cristãos que participam na celebração da Missa. Aos Domingos — o Dia do Senhor — são mesmo várias dezenas de milhar. Reúnem-se para escutar a Palavra de Deus e para participar na mesa eucarística. Para comungar a Jesus ressuscitado. De tal modo que o próprio Jesus se faz um com aquele que O comunga. E, no final de cada Eucaristia, levam-nO para as suas casas, para a sua vida familiar, para o seu trabalho e até para os momentos de lazer.

Todos gostaríamos que esta presença de Jesus se fizesse mais clara, “mais presente” aos olhos de todos — quer dizer: que todos percebessem mais facilmente a presença do Senhor que respira, vive, trabalha, anda, passeia pelas ruas das nossas terras. Gostaríamos que o seu reinado de justiça, de amor e de paz se tornasse mais visível. Que transformasse mais os corações, a vida, as instituições, as gentes da nossa terra.

Mas, por um breve momento de insensatez, procuremos imaginar que desapareciam as celebrações da Eucaristia. Procuremos imaginar como seria a nossa Ilha, a vida das nossas gentes. Como ela seria mais fria, mais individualista… Seria outra coisa que não a nossa terra. Sem Cristo, sem Ele presente na Eucaristia, nos cristãos e nos sacrários das igrejas, como seria bem mais triste e difícil a nossa vida!

Terminado o momento de insensatez, dêmos graças ao Senhor: como é bom tê-lo connosco; como é bom percebê-lo e vivê-lo como Rei dos nossos corações!