Colégio Missionário assinala Dia das Missões no Funchal

D.R.

O Dia Mundial das Missões comemora-se sempre no penúltimo domingo de outubro. Este ano será no dia 20.

O ano de 2019 marca o 93º. aniversário da data, que foi criada em 1926 pelo Papa Pio XI.

Com este dia de oração e de evangelização dos povos deseja-se incentivar a cooperação missionária pelo mundo e agradecer o contributo dos missionários na construção de um mundo melhor.

O Dia Mundial das Missões é celebrado anualmente em todos os países onde há católicos comprometidos com a construção de um mundo mais justo, digno e gratificante, onde todos têm aquilo que precisam para viver.

É o dia do ano em que se reflete sobre a urgência e o dever de ajudar o próximo. A cooperação missionária pode ser realizada pela oração, sacrifício e testemunho de vida, por meio da ajuda material aos projetos missionários, ou colocando-se à disposição para servir em missões.

No Funchal o Dia Mundial das Missões será assinalado no Colégio Missionário do Funchal, situado no Caminho do Monte. Às 11 horas será celebrada a missa no átrio daquele Colégio sendo presidida pelo Padre Agostinho Clemente Neto, missionário madeirense da Congregação dos Sacerdotes do Coração de Jesus que durante muitos anos trabalhou em Madagáscar.

Das 13h30 às 17 h30 decorrerá um espetáculo de variedades com atuações de muitos artistas que colaboram gratuitamente neste evento.

Na sua mensagem para o Dia Mundial das Missões de 2019 o Papa Francisco refere que «a Igreja está em missão no mundo: a fé em Jesus Cristo dá-nos a justa dimensão de todas as coisas, fazendo-nos ver o mundo com os olhos e o coração de Deus; a esperança abre-nos aos horizontes eternos da vida divina, de que verdadeiramente participamos; a caridade, que antegozamos nos sacramentos e no amor fraterno, impele-nos até aos confins da terra».

Na sua mensagem, o Papa Francisco assinalou que os missionários “são enviados aos gentios, ao mundo ainda não transfigurado pelos sacramentos de Jesus Cristo e da sua Igreja santa”.

“Anunciando a Palavra de Deus, testemunhando o Evangelho e celebrando a vida do Espírito, chamam à conversão, batizam e oferecem a salvação cristã no respeito pela liberdade pessoal de cada um, em diálogo com as culturas e as religiões dos povos a quem são enviados”.

Neste sentido, pediu aos cristãos que saiam às periferias do mundo com generosidade e entrega, “que ninguém fique fechado em si mesmo, na autor referencialidade da sua própria pertença étnica e religiosa”.