Todos enviados a servir o outro que precisa

D.R.

Um voluntário para servir o próximo

O Papa Francisco elogiou no dia 18 de agosto 2019, os jovens que se dedicam a ações de voluntariado durante as férias. A vida cristã exige disponibilidade para “servir o próximo”. Destacou a necessidade de “novas iniciativas de caridade” para responder às “novas necessidades do nosso mundo. “Trata-se de ser cristão nas situações concretas, testemunhando o Evangelho que é, essencialmente, amor a Deus e ao próximo”: uma caridade “aberta a todos”, com uma única preferência, “pelos mais pobres e os excluídos”.

O reitor do Santuário de Fátima, Carlos Cabecinhas, afirmou que os cristãos são chamados a fazerem-se próximos de «qualquer pessoa que necessite». «É a compaixão que nos faz perceber quem são aqueles de quem somos convidados a fazer-nos próximos”, explicou.
Lembrou aos peregrinos o «exemplo de compaixão» dos três videntes, que «os levou a fazerem-se próximos de quem precisava da sua ajuda: pobres, com quem partilhavam o pouco que tinham, pessoas que lhes vinham partilhar os seus problemas e dramas e pedir a sua oração, os pecadores, e aqueles que os maltratavam e a quem, apesar disso, queriam bem».

JSF: Todos, tudo e sempre em missão

Os Jovens Sem Fronteiras (JSF) promovem neste verão quatro iniciativas missionárias em Portugal, tendo começado com o “Intrarail Missionário”, e estão realizando uma missão ao longo do mês de agosto em São Tomé e Príncipe.

De acordo com a informação divulgada na página da internet dos Missionários Espiritanos, congregação missionária que acompanha os projetos dos JSF, o lema para as várias iniciativas é “Todos, tudo e sempre em missão”.

O primeiro projeto dos JSF decorreu entre os dias 18 e 28 de julho e consistiu num “Intrarail Missionário” na Linha do Oeste, com paragens em Malveira, Telhal, Torres Vedras e Marrazes.
Entre os dias 31 de julho e 31 de agosto, os JSF promovem a “Ponte Missionária”, em Ribeira Afonso, São Tomé e Príncipe.

Os JSF agendaram para este mês de agosto três semanas missionárias: a primeira entre os dias 2 e 12, em Vila Nova de Santo André (Santiago do Cacém), depois entre os dias 16 e 26, em Irivo (Penafiel) e também em Santa Catarina da Serra (Leiria).

Funchal: Missão para cumprir

No passado dia 4 de julho, um grupo de 30 elementos, constituído por 27 acólitos e três responsáveis, partiram da Madeira para os Açores onde participaram na Peregrinação Diocesana de Acólitos de Angra.

Nesta VII edição, o encontro realizou-se na ilha de São Miguel, e contou com a participação de 145 acólitos, oriundos de várias ilhas do Arquipélago dos Açores e da ilha da Madeira. Tema do encontro: “Missão para cumprir: Acólito”.
Constou de momentos de oração workshops direcionados para as diferentes faixas etárias, temas: ser acólito e a missão que podem desenvolver nas suas comunidades.

Estes dias foram, segundo o Pe. Hélder, “dias de alegre convívio, de conhecimento de outras realidades e sobretudo de proximidade com Jesus”.

Evangelizar é ir, ouvir, estar e viver com as pessoas “envolvendo-se” nos seus problemas, nas suas vidas na dimensão de fé e de valores humanos.

Aveiro: Jovem “segue os teus sonhos”

A Junta Regional de Aveiro do Corpo Nacional de Escutas organizou de 27 julho a 2 de agosto, o seu acampamento regional (ACAREG 2019) que reuniu 2200 escuteiros de Portugal no concelho de Anadia.

Foi uma ocasião de relevo para a formação integral dos seus participantes, e uma oportunidade educativa de convivência e companheirismo.

Fernando Cassola Marques explicou que “a bússola dos sonhos” orientou o “ambicioso” programa de atividades com encontros e partilha de vivências, celebrando a vida num esforço empreendedor de construir um mundo melhor, na congregação das pessoas pelo empenho e compromisso de todos”.

Com o lema ‘segue os teus sonhos’ os escuteiros criaram “uma cidade de lona e sonho com as suas próprias mãos” no 19.º acampamento regional dos escuteiros da Diocese de Aveiro.

Somos uma Igreja de enviados sempre em missão ao próximo, quer esteja perto ou longe, seja rico ou pobre, criança ou idoso, partilhando as necessidades de cada um ou da comunidade. Sempre dando preferência aos “pobres e excluídos”. Nesta viagem missionária vamos parando, aqui e acolá, partilhando os muitos dramas de situações concretas. E a caridade pode passar a ser verdadeira quando, além das palavras, também nos “chega ao bolso”.