Chiara Lubich: Um ideal sem fronteiras

Foto: Duarte Gomes

Está patente ao público no Colégio dos Jesuítas (rua dos Ferreiros), até ao próximo dia 23, uma exposição sobre “Chiara-uma mulher singular”, para assinalar os dez anos da morte da fundadora dos Focolares – Chiara Lubich (1920-2008).

Promovida pelo Departamento de Línguas, Literaturas e Culturas da Faculdade de Artes e Humanidades – da Universidade da Madeira – esta exposição consta de vários painéis onde se recordam os doutoramentos honoris causa recebidos por Chiara, através de diversas universidades.

Ainda no contexto deste aniversário, e no Colégio dos Jesuítas, realizou-se no dia 14 uma conferência por Anna Maria Rossi, sobre a vida e a obra de Chiara Lubich, com a presença de D. António Carrilho, bispo do Funchal, do vice-reitor da Universidade da Madeira, Sílvio Fernandes, da Pastora da Igreja Luterana Alemã no Funchal, Ilse Berardo, entre outras individualidades.

“O segredo da história de Chiara”, sublinhou a oradora, é: “uma abertura sincera e enamorada, totalmente transparente à luz de Deus que se anunciava na verdade, bondade e beleza do mundo que a circundava. E no dia 7 de dezembro de 1943, em cada desmoronamento, com a certeza e o ideal que contrastavam com a terrível realidade da Segunda Guerra Mundial, Chiara fez uma escolha decisiva em direção àquilo que sentia ser a Verdade, o ideal que não passa: Deus. A consagração a Deus feita naquele dia é considerada, ao mesmo tempo, a data de nascimento do Movimento dos Focolares, de que é fundadora.”