Bispo do Funchal recebeu elementos do Departamento da Escola Católica

D. António Carrilho recebeu, ao fim da tarde desta segunda-feira, os elementos do Departamento da Escola Católica. No final do encontro e de acordo com Gonçalo Faria, da Escola da APEL e um dos elementos deste grupo esta foi mais uma oportunidade de dar continuidade ao trabalho que “tem sido feito em estreita colaboração com a Diocese, numa partilha das nossas questões, dos nossos objetivos e dos nossos sonhos, sempre com a intenção de levar a escola católica, com o peso que a mesma tem nesta Diocese e nesta ilha”.

O Departamento integra, para além da APEL, representantes dos Colégios da Apresentação de Maria, de Santa Teresinha, do Infante e dos Salesianos, que reúnem “habitualmente uma vez por mês”. Encontros que servem “para pensarmos nos nossos problemas, nos nossos desafios”. Além disso o Departamento também “proporciona momentos de formação para os nossos funcionários e docentes”.

Gonçalo Faria adiantou ao Jornal da Madeira que, no próximo dia 10 de março, irá realizar-se um desses momentos de formação” que irá prolongar-se durante todo o dia e, inclusivamente, contar com a presença do bispo do Funchal, em ocasião ainda a determinar. “Educar ao humanismo solidário” é como se intitula esta iniciativa, que pretende fazer com que as escolas envolvidas, primem pela diferença. Tendo estes estabelecimentos de ensino os valores católicos na sua base “são locais onde essa diferença humana é uma primazia”.

De resto, a formação dos professores de EMRC é uma das preocupações do Departamento da Escola Católica que, graças à parceria existente com o Secretariado Nacional de Educação Cristã (SNEC), vai “permitir trazer algumas pessoas cá para podermos, em conjunto, refletir sobre várias questões”. Aliás, frisa Gonçalo Faria, “achamos que é importante “mantermo-nos unidos”, tanto mais que “este é um grupo que tem uma missão bastante importante, que tem um peso bastante importante na Madeira e que tem um número muito grande de alunos, das mais variadas faixas etárias, a seu cargo e é por isso que trabalhamos todos os dias para podermos dar resposta, mas sempre com uma estratégia comum enquanto escolas católicas”.